2012
E que venham mais...
Mais pessoas, mais amores, mais Fé. E que os verdadeiros sempre permaneçam.
domingo, 1 de janeiro de 2012
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
E a menina, virou mulher.
Deixou muitas coisas de lado, e aprendeu a sobreviver ao mundo. Aprendeu a cair e invés de desistir erguer a cabeça e tentar de novo. Aprendeu que é preciso sofrer para ser forte, aprendeu que realmente nada acontece por acaso, e que se não acontece, foi porque não era para acontecer ainda. A menina boba de antes, virou mulher inteligente de hoje. Ela aprendeu a ir atrás do que ela quer, de seus sonhos, aprendeu com os desamores, conquistar amores. Aprendeu a se amar acima de tudo e não deixar nada acabar com esse amor proprio. E que se ela não se valorizar ninguem nunca o fará. A menina cresceu e aprendeu que o amor não é tão perfeito como dizem ser, e que “para sempres”, não existem, só existem na mente de quem realmente quer se iludir com o “para sempre”. A menina, virou mulher. E aprendeu que nada na vida é facil, aprendeu a correr atrás de seus sonhos e desejos, ela aprendeu que homem nenhum vale a lágrima de uma mulher. E que ninguém nesse mundo tem o direito de destruir sua auto-estima. A garota inocente que todos machucavam e decepcionavam, aprendeu e deu a volta por cima, e hoje, ela é mais uma aprendiz da vida, e já sabe lidar com as provações que a vida lhe oferece.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
E se você tivesse uma vida perfeita? E se Deus tivesse outros planos? Uma intervenção divina, oferece uma segunda chance. “E se”? Quantas vezes já não se perguntou isso? E se você tivesse uma segunda chance de voltar e fazer tudo diferente? Onde estaria agora? Com quem? E se pudesse mudar tudo? E a pergunta é, e se?
Ser chamada de boazinha, mesmo com a melhor das intenções, é o pior dos desaforos. Mulheres bacanas, complicadas, batalhadoras, persistentes, ciumentas,
apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As “inhas” boazinhas, bonitinhas, educadinhas, queridinhas não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.
apressadas, é isso que somos hoje. Merecemos adjetivos velozes, produtivos, enigmáticos. As “inhas” boazinhas, bonitinhas, educadinhas, queridinhas não moram mais aqui. Foram para o espaço, sozinhas.
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